A Hospedeira – Stephenie Meyer

11 mar

A HospedeiraSinopse: Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

Por muito pouco a Stephenie não teve que ser amparada pelo “Santo Protetor dos Autores Abandonados”… A leitura desse livro foi muito sofrida no início, eu curto ficção e em minha humilde opinião, esse tema tinha tudo pra se tornar um livro incrível, mas isso não aconteceu, infelizmente.

Pra quem leu a edição brasileira deste livro, e já assistiu o trailer do filme, certamente se perguntou: Por que Jared no filme é tão jovem? Eu me fiz esta pergunta, pois no capítulo 8 página 74, quando Jared e Mel se conhecem, ela tem 17 anos e ele 36, e após quatro anos é que Peregrina se “hospeda” no corpo de Mel. Como sou curiosa, e o fato de Jared ser um “quarentão” foi uma das coisas que gostei, procurei informações que esclarecessem tal fato e encontrei na rede segundo a autora, que Jared tinha 26 anos quando conheceu Mel, ele é apenas nove anos mais velho que ela, e que na versão americana são estes os dados que constam no livro, portanto, quando toda a trama acontece Mel tem 21, Jared 30 e Ian 25 anos.

Não direi que o livro todo é horrível, pois não é, mas a leitura até meados dele (ou um pouco mais) é muito maçante, insosso, a história segue de forma monótona, nada eletrizante ocorre, principalmente quando Peregrina chega à caverna, os dias correm sem emoção, há hostilidade por parte dos humanos para com Peg, o que não poderia ser diferente, e ela por sua vez, sente-se amedrontada e acuada diante de um perigo real de morte. Os instintos de defesa se sobressaiam de ambos os lados. Afinal, quem toleraria um extraterrestre invasor de corpos e sugador de mentes?

Como Melanie simplesmente não se deixa subjugar, ambas passam a desenvolver uma relação de amizade e amor, e juntas lutam pela sobrevivência e aceitação junto aos poucos humanos rebelados existentes na terra. As memórias que Mel compartilha com Peg, a levam a conhecer as complexidades da espécie humana, a intensidade de seus sentimentos (amor, paixão, raiva, luxuria, dor, perda, amizade…), e a se sentir tão “humana” quanto se é possível, e mesmo com todos os defeitos e monstruosidade que alguns homens são capazes, ela ainda assim sente que a Terra é seu verdadeiro lar, ela sempre esteve perdida dentre os de sua própria espécie, e foi através de Mel e dos humanos que ela passou a amar e conviver, que Peg aprendeu a viver de verdade, e enxergou o quanto a invasão de seu povo foi um erro, o quanto eles estavam errados sobre os humanos.

“Não havia ódio em seu coração – disse Peg – O fato de você existir é uma prova de que nós estávamos errados. Nós não tínhamos o direito de tirar seu mundo de vocês, Walter…”.

Ian se torna o maior aliado de Peg, e o triângulo (porque são três corpos, mas, são quatro os envolvidos nesse romance) amoroso se desenrola… Ian luta pelo amor de Peg, que gosta dele, mas ama Jared devido às memórias de Mel, e Jared não descansará até ter Melanie de volta. A autora explora o amor de vários ângulos. O amor pela comunidade, pelo próprio eu, pela família, pelos amigos, o amor romântico e também platônico.

O livro ganha ação e aventura, quando Peg e Jared saem escondidos da caverna (contra a opinião de todos) para buscar medicamentos para Jamie, que tem uma ferida infeccionada e corre risco de morte. Peg provoca ferimentos em si mesma, a fim de obter da curandeira as informações necessárias sobre os medicamentos que roubaria em seguida.

Senti fascínio de fato pelo livro, após a Buscadora de Peregrina ser capturada, e um novo rumo é dado à vida de Peg… Nesse momento eu fui tocada, os sentimentos foram despertos e me emocionei com muitos personagens. E o final, foi exatamente como eu imaginei a partir da decisão que Peg toma neste momento do livro, foi emocionante.

O que adoro nos livros de ficção é que não há limites pra imaginação, e fico extasiada em onde se pode ir, estar, sonhar, é fascinante o que o homem pode criar. Mas confesso que achei meio bizarro os nomes dos mundos (mundo dos morcegos, das flores, do fogo…) e das almas (Pétalas Abertas para a Lua, Armadura de Luz, Cerúlea, Espirais de Vidro…) que a autora criou.

O livro não teve a ação que eu esperava, e nem me “embriagou” de sensações como desejava, mas após um enfadonho começo, me deixei envolver pela excentricidade de Jeb, pela humanidade de Doc, pela pureza de Jamie, pela ternura de Ian, pela paixão de Jared, pelo amor de Mel, pela doçura de Peg. A autora caracteriza o ser humano como seres de sentimentos únicos e, por isso tão especiais, e a partir disso, podemos refletir sobre nossa essência, e insignificância diante da imensidão do universo.

Segue o link para o trailer do filme, e ao que tudo indica, terá emoção e ação do início ao fim… Assim espero.

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16 Respostas to “A Hospedeira – Stephenie Meyer”

  1. Jordana março 11, 2013 às 11:42 am #

    To com esse livro, mas não é uma das minhas primeiras opções (ou não era… rsrsrsrs) Adorei a resenha! Bjs

    • Viviane março 11, 2013 às 12:23 pm #

      eu te entendo Jordana, eu tenho esse livro desde 2010, e só agora e por cta do filme, decidi lê-lo rsss… mas, não se deixe sucumbir ao início do livro, depois melhora… bjosss e obg 😉

  2. Fabiana março 11, 2013 às 12:25 pm #

    Simplesmente esse não deu para mim!
    Me esforcei bastante para gostar, mas não
    Consegui!!! Assistir ao filme??? Vou ter que me preparar emocionalmente! rssss

    • Viviane março 12, 2013 às 8:11 am #

      rsss eu compreendo vc… assista ao filme, talvez vc se anime a tentar novamente ler o livro, não creio q o filme será massante em nenhum momento, e isso pode te estimular… bjossss

  3. Angelita março 11, 2013 às 8:07 pm #

    Não sou de expressar meus sentimentos em relação a livros, nas resenhas de outras pessoas, primeiramente porque tem aquelas que não gostam de ter sua oponião contrariada. Mas, hoje vou compartilhar meus sentimentos em relação a esse livro, pois ao ler essa resenha, teve varios pontos em que concordei e achei que a autora da resenha, cujo eu não sei quem é, descreveu de forma magnifica, entretanto… há outras em que discordo e é esse ponto que vou me ater, já que grande parte foi descrita de forma muito bem a mostrar os sentimentos dos leitores, ou especificamente, combinando com os meus.

    Inicialmente, concordo que o desenvolvimento foi bem cansativo… mas cabe aqui entender que era necessário, achei muitas partes chatas também, não vou mentir, mas honestamente, aqueles que leram devem ter sentido no decorrer em que as relações vão sendo criadas e o ritmo da história vai prosseguindo, que foi uma introdução necessária. Eu particularmente defendo que uma historia precisa ter inicio, meio e fim, sei que a Steph nao é minha autora preferida, mas o que adorei foi exatamente isso, a preocupação dela em demonstrar a visão de alienigenas, o ponto de vista deles em relação aos seres humanos e toda a forma em que estes vão invadindo e conquistando por meio do poder o planeta terra.

    Os sentimentos de hostilidade e confusão que ocorrem quando há interação inicial entre Peg/Mel e Jared juntamente com o povo que acompanham ele, concordo que foi necessária também, não sei vocês, mas vamos tentar nos imaginar em uma situação como esta, imaginarão? pois é, eu nao conseguiria ser tao simpática e empatica em um primeiro contato com alguem ou um alienigena que estivesse usando o corpo de algum ente querido meu como hospedeiro. Achei a escrita e a criatividade da autora magnifica neste aspecto, pois ela descreve o estranhamento, a desconfiança e passo a passo a construção de um relacionamento “novo”, no qual a principio baseia-se somente na consideração com Mel, porém Peg vai conquistando e se achegando, demonstrando que mesmo sendo uma alienigena, começa a ter os mesmos sentimentos positivos e negativos que os seres humanos carregam consigo.

    Em relação aos nomes de mundos e almas, na minha percepção, não achei nada bizarro, é que as vezes esperamos algo tão novo e extraordinario, que nomes simples faz com que não receba a credibilidade que mereça.

    Eu adorei o livro e acredito que os próximos serão mais dinamicos, pois a parte introdutória e chata ja foi, nao que eu esteja sendo contraditoria em minha opiniao, mas realmente a introdução, por mais que tenha sido massante, foi necessário para melhor compreensão.

    Mas ai…. a maior parte, a autora da resenha conseguiu passar a essencia do livro!!!! Honestamente teve outras partes das quais achei que a autora pecou, mas isso é uma opinião minha e não vou mais prolongar aqui…. Desculpem!

    • Viviane março 12, 2013 às 8:04 am #

      Salve Angelita,

      Não vejo motivos pra se desculpar por dar sua opinião, como diria o dito popular, o q seria do azul se todos só gostassem do rosa?
      Mas deixe-me esclarecer alguns ptos, q talvez tenha parecido “hostil” à seus olhos na minha resenha.
      Qto ao início do livro, acho q houve uma extrapolação por parte da autora, claro q a introdução se fez necessária, mas, ela poderia ter sido mais objetiva na minha opinião, teria sido menos cansativo pra todo mundo, e muitos não teriam desistido da leitura por isso (e houve quem o fez), um pouco mais de dinamismo teria atraído mais o leitor… eu mesma continuei a leitura pq acreditava q iria melhorar, como de fato ocorreu, mas, q foi difícil vencer a massante leitura inicial, ahh foi rsss.
      Qto a hostilidade, creio q sua opinião foi a mesma q a minha, não creio q discordamos aqui, vc apenas foi mais específica q eu, digamos assim 😉
      E qto aos nomes, não os mencionei de forma pejorativa, eu jamais pensaria em algo assim, por isso disse q não há limites pra imaginação… apenas me surpreendi c/os nomes, por isso achei sim bizarro, excêntricos, extravagantes,
      E certamente eu tb lerei os próximos, não consigo deixar algo ‘inacabado’, não posso dizer q adorei este livro, não foi incrível como eu supos q fosse, mas, ele me emocionou em alguns momentos, e isso é válido p/mim.
      Valeu por sua opinião Angelita 😉

      ps. se vc for a Angelita, das resenhas da Trilogia Millennium, saiba q eu as adorei.

  4. Fábrica dos Convites março 11, 2013 às 10:48 pm #

    Eu adorei este livro e não vejo a hora de ver o filme.
    Bjs, Rose.

  5. Angelita Silva março 12, 2013 às 8:49 am #

    Viviane, imaginei que fosse você a dona da resenha, já que conheço a forma de escrita da Yasmin e da Dayana e já li algumas da Gablucema… mas eu adorei sim sua resenha e sim sou eu mesma a Angelita que de vez enquando rola umas resenhas.

    Ok pra mim sobre sua opinião, concordo que não foi nada dinâmico o inicio, acho que quase metade do livro, mas ainda acho necessário e gostei de saber um pouco o contraste que a autora trouxe das diferentes espécies… eu percebi que os alienígenas se consideravam seres melhores que os humanos, a forma como estes percebiam os mundos aos quais invadiam, se consideravam acima e melhores do que os habitantes… enfim, talvez se ela estivesse sido mais objetiva fosse melhor, teria prendido a atenção de muitos leitores, mas ainda não classifico o livro de forma quase “todo horrível”, eu diria que houve um introdução, concordamos que muito massante, porém não julgo o livro de forma negativa, na minha percepção a essência e a ideia foram muito boas e bem explicadas…. enfim… a leitura de um livro é unica para cada pessoa…e eu entendo que a forma como cada um vai significar a história é particular para cada um.

    Quanto a parte da hostilidade, vi que concordamos, mas expressei minha opinião como parte atrelada a diferença entre um povo e outro.

    Concordo com sua ideia e forma de descrever a ficção e sobre a imaginação não haver limites, acredito que por isso há tantas pessoas que encontram prazer na leitura, só achei que descrever como bizarro os nomes dos mundos e almas meio forte, se bem que não sei a sua percepção desta palavra, agora excentricidade e extravagancia eu concordo e faz jus ao sentido que dei a leitura.

    Mas juro que na minha percepção a autora pecou em um não fechamento, ela tinha tudo pra terminar com chave de ouro, mas na minha opinião ela perdeu uma grande oportunidade, simplesmente deixou os sentimentos dos personagens bagunçados, Mel mostrando a Peg que Jared é dela, Peg com sentimentos por ele e por Ian, isso sim achei meio bizarro e acredito que a Steph tem problemas em iniciar um relacionamento e dar um fechamento a ele quando necessário e partir para uma nova possibilidade. Claro que levo em consideração a interação entre todos e os sentimentos construídos, mas essa confusão e conflitos de sentimentos já não percebo como algo das histórias que ela cria, mas sim como parte de quem a escritora é, pois o mesmo ela fez na saga Crepúsculo, tornando uma história cheia de confusão como foi.

    Mas ai, adorei mesmo e concordei com quase tudo que escreveu, acho que eu escrevendo não seria tão precisa na descrição da dinâmica realizada entre os personagens.

    • Viviane Puga março 12, 2013 às 4:09 pm #

      nem sempre conseguimos em palavras, expressar o q de fato queremos, e cada um percebe o que é dito/escrito de forma diferente… é como consta no livro, somos seres únicos, e muito complexos… e não teria a menor graça se fosse diferente né?! Até 😉

  6. Angelita março 12, 2013 às 4:27 pm #

    Isso ai, por isso a troca de percepções é sempre bem vinda, ao menos para alguns, aqueles que sabem que podem aprender com a experiencia do outro, infelizmente tem pessoas que ja nao curtem.

    Mas é iisso ai e valeu pelo retorno 🙂

    • Viviane março 12, 2013 às 4:57 pm #

      é verdade, assino embaixo… bjos

    • Dayana Lopes março 15, 2013 às 10:48 am #

      Ang, saudade das nossas conversas a cada livro lido.

      Então aqui vai minha opinião.

      Se eu estivesse escrito esse comentário a alguns dias atrás eu estaria inclinada – como muitas vezes fiz – a concordar com a maioria, a maneira um pouco maçante do começo. Porém em uma época de livros instantâneos sem desenvolvimento ou final, reler ‘a hospedeira’ foi inteiramente novo para mim.

      Os primeiros dias de Peg no corpo da Mel, para mim foi a sutil maneira da Meyer mostrar como ela não pertencia a sociedade das almas. Algo parado, sem emoção ou qualquer felicidade genuína. Peg culpava a Mel por tudo, mas na verdade para mim era apenas uma desculpa, uma mentira não intencional.
      Como foi provado no deserto, quando ambas estavam juntas. Ou antes disso com a relutância de Peg em pegar outro corpo. Porque se o problema era o corpo a solução seria fácil. Mas Peg sempre pareceu querer mais, nada mais certo que o amor humano para satisfazer esse vazio, com toda a dor e alegria.

      Não posso deixar de supor que outro autor dividiria esse livro em três. E o fato da Meyer não ter feito isso, fez ganhar muitos pontos comigo. Prolongar uma história que pode ser contada de uma única vez parece ser a moda do momento.

      Eu dividiria ‘a hospedeira’ em momentos. O momento de pensar como humano e o momento de pensar como alma.
      Se a primeira parte nos mostra a solidão de Peg e no deserto mostra quando ela se encontrou pela primeira vez em nove vidas, que finalmente ela descobriu pelo que lutar e morrer, as cavernas mostra o lado humano.
      E é quando tudo que se passa nos faz questionar cada vez mais:
      As almas estariam certas? Por mais inofensivo que algo possa ser, é a natureza humana destruir se isso os fizerem temer. Então como a invasão pode ser ruim?
      Porém, a natureza humana também tem a luta no sangue. Então como desistir? De tudo e todos? Você não lutaria por aqueles que ama? Como não odiar quem te tirou tudo?

      E depois de tudo temos um olhar do amor.
      O humano; egoísta e forte demais para ser apagado.
      O amor das almas; tão altruista e bom, que supera o extremo humano.

      O melhor de tudo é o desenvolvimento dos personagens. Foi um desenvolvimento constante, e coerente. Kyle como o mais notável, e a maioria dos humanos como o que se esperava, inclusive o ódio da tia e prima da Mel, que me lembra muitas pessoas, que preferem qualquer emoção negativa a alternativa.
      E Ian, a primeira conquista de Peg, e a maneira como ele conseguia sempre ter empatia, as dificuldades que ela tinha de viver ao lado dos humanos.

      É um longo livro, mas a cada página é impossível não questionar a essência de cada um, assim como não é possível escolher um dos lados.

      Vejo ‘a hospedeira’ como uma obra completa. Os personagens cresceram, a história foi contada de maneira crivél e -mesmo sem o fechamento- completa .
      Impossível não ser sugada por cada emoção. Impossível não chorar ao adeus da Peg com o Jared ou se apaixonar pelo Ian.

      Como disse, em uma época de livros tão vazios de significado e história, ‘a hospedeira’ é um presente.

      • Angelita março 15, 2013 às 7:19 pm #

        Day!!!!

        Quanto tempo guria…. saudades de suas resenhas e dos nossos debates hehehehe

        Já lemos tantos livros, concordamos com alguns poucos e discordamos com tantos né? Saudades dessa troca 🙂

        Sobre A Hospedeira, nem acredito que concordamos kkkkkkkkkkkk adorei o livro e você em poucas palavras conseguiu discorrer exatamente a essência do livro.

        Concordo também que esta obra é um grande achado, em um momento no qual a literatura tem passado por um momento muito critico quanto aos conteúdos que grande parte dos autores não conseguem dar conta das demandas das quais eles mesmos desejam elaborar.

        É isso ai guria, espero não perder contato contigo novamente.

        beijooo

  7. Amanda Missel março 13, 2013 às 9:23 pm #

    Como eu gostei da Saga Crepusculo, também comprei este livro, por ser da mesma autora, mas confesso que ele ficou encalhadinho na minha estante até eu ficar sabendo que ia virar filme, rs. Com ele me surpreendi de duas formas: negativa e positiva. Negativa porque o primeiro impacto é aquela introdução mega massante, nada dinâmica que já foi falado acima. Não sei o ritmo de vcs, mas eu só comecei a me encantar com o livro a partir da pag 360, quando começa a ocorrer a aceitação da Peg na caverna (ou seja, mais da metade do livro). Como sou curiosa e não costumo largar meus projetos pelo meio, acabou valendo a pena, pois a partir daí o livro se desenrola maravilhosamente. Cheguei até a me emocionar em alguns momentos – Sim, eu sou uma chorona de carteirinha. Tenho boas expectativas com relação ao filme, porque olhando como um todo, a história é boa e criativa. E, por se tratar de filme ele terá que ter um ritmo diferente para caber em uma dinâmica de, sei lá, 150 min de duração.

    • Viviane Puga março 15, 2013 às 8:07 am #

      nossa Amanda, me identifiquei muito c/o q vc escreveu… e vamos esperar o filme né 😉

  8. Melissa março 17, 2013 às 7:24 pm #

    Adorei o livro. Principalmente da metade em diante. Finalmente um enredo criativo no meio de um mar de mesmices. A tia Meyer sabe dar vida aos personagens como ninguém. Nao sabia se torcia pelos humanos “destruidores e apaixonados” ou se torcia pelos ets “paz e amor e parasitas”. Final perfeito.

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